A Lethor desenvolve software sob medida ou vende sistema pronto?
Sob medida. Não revendemos licença nem adaptamos produto de prateleira à força. Cada sistema nasce das regras reais da operação do cliente. Quando um software de mercado já resolve bem parte do problema, dizemos isso, e nosso trabalho passa a ser integrar e complementar, não substituir por substituir.
Quanto custa desenvolver um software sob medida?
Depende da complexidade da operação, do número de integrações e do grau de automação desejado, não do número de telas. Por isso começamos sempre pela leitura do problema: antes de qualquer proposta, entendemos o que está travando a operação. Só então é possível dar um número honesto, com escopo e etapas definidas.
Quanto tempo leva um projeto?
Projetos pontuais de integração costumam ficar em semanas. Sistemas completos são entregues em etapas, com a primeira parte em operação real bem antes do fim do projeto. Trabalhamos com entregas parciais funcionando, justamente para que a empresa não fique meses esperando para ver resultado.
Vocês integram com o ERP e os sistemas que já usamos?
Sim, essa é uma das nossas frentes principais. Integramos ERPs, bancos de dados, equipamentos, planilhas e sistemas legados via API, arquivo ou acesso direto, conforme o que o ambiente permite. O objetivo é que o dado seja lançado uma vez só e circule sem redigitação.
Precisamos chegar com a tecnologia já definida?
Não. Na verdade, preferimos que não. A escolha de linguagem, banco e infraestrutura é consequência da arquitetura, e a arquitetura é consequência do problema. Chegue com a dor da operação; a decisão técnica é nossa responsabilidade.
O que acontece depois que o sistema entra no ar?
Acompanhamos a operação, ajustamos o que a realidade mostrar e evoluímos o sistema conforme a empresa muda. A arquitetura é projetada desde o início para receber essa evolução sem reescrita: manutenção e crescimento fazem parte do projeto, não são um problema futuro.
A Lethor atende empresas de todo o Brasil?
Sim. O trabalho é conduzido remotamente, com reuniões de imersão e visitas presenciais quando a operação exige ver o processo de perto, seja em chão de fábrica, centro de distribuição ou campo.